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Quero-me em vagas de tormenta. Na demência se impondo em arrepios. Preciso urgentemente de um pecado que não se confessa, que fere e destrói. unhas rasgando a pele e palavrões sem censura quebrando moralidades. Quero-me amarrotando todos os mais ou menos e caindo sem rede num amor que não sinto por ninguém. Quero-me arremessando a razão contra a parede, magoando as expectativas e contraindo no púbis o mais clandestino dos impulsos. Quero-me em cenários á preto e branco. Contornos rasgados. Hábitos quebrados. Quero-me assim...primitiva.
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