Enquanto meus sentidos em teu corpo expressão meu desejo
Tua boca fruto de minha luxuria, balbucia palavras sem sentido
Mas não sem importância,
Ora que a lógica da carne, nega a razão e o real
Ora que a lógica da carne, nega a razão e o real
Minha mão instrumento do pecado
Em sua pele agora invade, roça, rasga, aperta, perturba a alma
Minha alma, que na sua se funda,
Pela sede em chamas que tua pele faz da minha
Pela sede em chamas que tua pele faz da minha
Meu paladar geme, minha audição agora arranha,
Meu tato fúria, meu olfato sexo, meu olhos nos seus
É quando o amor teu em meu mundo, em gozo se extravasa.













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