
Desejo-te!
O meu corpo estremece com as tuas palavras, sim com as tuas palavras, não são banais, são sentidas de desejo.Beijas-me o pescoço enquanto eu tento voltar a mim, o meu eu, já pula de excitação.
Mas temo-nos de nos conter, ter paciência, ter calma, ainda não é a altura, estão demasiadas pessoas a olhar, a ver, esse teu beijo provocante deixou alguns olhos em nosso redor meio acesos.
Temos de sair daqui, temos que encontrar um canto resguardado para acalmar o nosso desejo ávido de prazer.
Encontramos ali bem perto, um pequeno cantinho resguardado, temos de ter cuidado, estamos na rua, as pessoas passam, nunca se sabe muito bem quando é que podemos ser apanhados.
Os nossos corpos encontram-se quentes de desejo, sedentos de prazer, roçamo-nos um do outro, as nossas roupas discretamente desapertadas, mostram pedaços dos nossos corpos seminus, finalmente os nossos sexos se encontram, unimo-nos, temos de ser rápidos, nunca se sabe quem pode passar mais perto e ver-nos assim nestas tórridas andanças, a aventuramo-nos nos nossos prazeres escaldantes em locais menos privados.
A nossa excitação aumenta à medida que a nossa união aumenta de intensidade, a nossa respiração vai acelerando cada vez mais os nossos corações batem, ritmadamente cada vez mais depressa, finalmente chegou, rápido mas intenso, arrebatador, misturado com a excitação de não sermos apanhados.
Tentamos acalmar a nossa respiração, acalmar o resto do nosso espírito, pois a gula por agora está satisfeita.
O meu corpo estremece com as tuas palavras, sim com as tuas palavras, não são banais, são sentidas de desejo.Beijas-me o pescoço enquanto eu tento voltar a mim, o meu eu, já pula de excitação.
Mas temo-nos de nos conter, ter paciência, ter calma, ainda não é a altura, estão demasiadas pessoas a olhar, a ver, esse teu beijo provocante deixou alguns olhos em nosso redor meio acesos.
Temos de sair daqui, temos que encontrar um canto resguardado para acalmar o nosso desejo ávido de prazer.
Encontramos ali bem perto, um pequeno cantinho resguardado, temos de ter cuidado, estamos na rua, as pessoas passam, nunca se sabe muito bem quando é que podemos ser apanhados.
Os nossos corpos encontram-se quentes de desejo, sedentos de prazer, roçamo-nos um do outro, as nossas roupas discretamente desapertadas, mostram pedaços dos nossos corpos seminus, finalmente os nossos sexos se encontram, unimo-nos, temos de ser rápidos, nunca se sabe quem pode passar mais perto e ver-nos assim nestas tórridas andanças, a aventuramo-nos nos nossos prazeres escaldantes em locais menos privados.
A nossa excitação aumenta à medida que a nossa união aumenta de intensidade, a nossa respiração vai acelerando cada vez mais os nossos corações batem, ritmadamente cada vez mais depressa, finalmente chegou, rápido mas intenso, arrebatador, misturado com a excitação de não sermos apanhados.
Tentamos acalmar a nossa respiração, acalmar o resto do nosso espírito, pois a gula por agora está satisfeita.












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